quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Natal, a quanto obrigas...
As prendas, que quer queiramos ou não, servem sempre para quantificar o apreço que se tem pela pessoa em causa; o ar bem disposto com que se desejam boas festas seja a quem for com que nos cruzemos, seja qual for o estado de espírito que nos assola no momento; as reuniões de família a que tens de comparecer para não melindrar susceptibilidades...Paz, amor, alegria... até sou capaz de respeitar isso, mas marcar na agenda as últimas semanas do ano como época para o lembrar exaustivamente, pondo-o em prática por obrigação e voltar ao tema apenas um ano depois, parece-me algo estúpido! E faze-lo de forma subtil todo o ano, só porque sim, sem esperar pela palmadinha nas costas a enaltecê-lo??
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