sexta-feira, 9 de março de 2012

complexidade conveniente

Inadmissível a impunidade jurídica de que gozam os que conhecem as pessoas certas e se permitem a pagar o necessário pelo estatuto de inimputável, a justiça deve ser cega é o juízo correcto a considerar, mas essa premissa tem servido apenas como justificação para os erros jurídicos acumulados e autênticos atentados ao justo julgo, em detrimento de ser aplicada numa avaliação invisual quanto a cor, credo ou estrato social. A mesma justiça deve ser justa e clara fazendo jus ao nome, o emaranhado de regras susceptíveis de interpretações variadas não servem o propósito de tal noção, possibilitam apenas uma hipótese de fuga a quem vive á custa dessas lacunas e envergonham quem um dia criou tal conceito.

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